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Capital Inicial se inspira no KISS e em “Game Of Thrones” e promete show pirotécnico no Rock In Rio
30/08/2017 - 7h06 em Música

Capital Inicial se inspira no KISS e em “Game Of Thrones” e promete show pirotécnico no Rock In Rio.

 

 

 

O Capital Inicial pretende inovar em mais uma apresentação no Rock In Rio. Em entrevista ao G1, 

o vocalista Dinho Ouro-Preto afirmou que usará efeitos “pra lá de ‘Game Of Thrones'” com um equipamento deixado pelo Rammstein em sua última passagem pelo Brasil. 

A banda alemã é famosa por seus shows pirotécnicos, com o vocalista Till Lindemann, dentre outras peripécias, flutuando no palco com asas de metal que soltam fogo.

 

A banda já faz testes em uma casa de shows em São Paulo e aguarda o laudo de liberação do Corpo de Bombeiros.

 

“Quando eu era adolescente, adorava o KISS e adorava ver bandas botarem de pé shows inacreditáveis. E acho legal uma banda brasileira poder ter o espaço em que o Rock in Rio fala: você pode fazer o que você quiser, com o mesmo respeito de uma banda gringa. E a gente pretende fazer tudo o que pode naquele palco e tentar orgulhar o Brasil. “Não é mais o fogo só atirado para cima. Vai em várias direções e intensidades. Tem umas labaredas que explodem longe da máquina, com dez pontos de pirotecnia”, conta Dinho.

Esta será a quinta vez que o Capital Inicial tocará no festival (as anteriores foram nas edições de 1991, 2001, 2011 e 2013). Na entrevista, Dinho relembrou a inesperada e vitoriosa apresentação de 2001, quando a banda experimentava o auge do sucesso comercial, mas com um disco acústico. “O Capital tinha acabado de estourar o “Acústico MTV”, no momento de maior exposição, maior sucesso. Mas era uma noite com Deftones, Silverchair e Red Hot Chili Peppers. Era uma noite meio nervosa, e na turnê a gente tocava violão. E eu lembro que a gente correu, ensaiou um dia antes o mesmo repertório só que na guitarra.”

 

Diante de 200 mil pessoas, um despretensioso Capital Inicial ganhou o público pela simplicidade. “A gente reproduziu o disco exatamente como foi gravado. Começa com “O Passageiro”, super devagar, leve. E as pessoas reagiram de um jeito que a gente nunca tinha visto. Até onde a vista alcançava tinha gente, nunca tínhamos tocado para uma multidão daquele tamanho. A gente não instigou a plateia, não sabia como era isso. Estávamos super assustados, tímidos. E tudo que aconteceu ali foi espontâneo. Uma cantoria impressionante. Fiquei espantado, surpreso e comovido. Foi um momento singular na nossa carreira”, finalizou.

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